Novos Padrões do INMETRO

O que é o INMETRO?marca_inmetro-1

O INMETRO tem como missão fortalecer as empresas nacionais através da disponibilização de instrumentos essenciais à melhoria da qualidade de seus produtos e serviços. Para isso, o INMETRO congrega as competências necessárias para a elevação dos padrões de qualidade da indústria nacional, fundamentais para o aumento da sua produtividade e competitividade.

Novidades do INMETRO para as baterias de motocicletas.

Em 01 de Janeiro de 2016, entrou em vigor a Portaria nº 199 de 2015 do INMETRO, onde todos os fabricantes e importadores de baterias para motocicletas devem atender vários requisitos para que possam continuar a comercializar seus produtos sem maiores problemas. Clique no botão abaixo para fazer download do documento publicado pelo INMETRO.Portaria 199 de 2015 - INMETRO

Essas novidades do INMETRO são positivas ou negativas?

thumbs-up1Sem dúvidas todas essas novidades são muito boas principalmente para facilitar a escolha do consumidor na hora da compra.

Atenção ao peso das baterias

Agora os fabricantes são obrigados informar o peso no rótulo do produto. Informação de muita importância, pois para que uma bateria tenha determinada capacidade se faz necessário que ela tenha um peso. Assim quando o consumidor comparar potencias e pesos ele terá a certeza de que está comprando o produto adequado a sua realidade.

Atenção para a capacidade das baterias

Outra regra importante é que os importadores e fabricantes devem informar o CCA (capacidade de partida a frio) da bateria. Deve ser informado o tempo que a bateria vai aguentar quando for submetida a corrente de partida de 10 vezes a capacidade nominal informada no rótulo depois de 10 horas de permanência a temperatura de 10º graus.

Exemplo simplificado: Uma bateria com 10 Ah deve ser submetida a corrente descarga de 100 Amperes, os segundos que foram contados para que a tensão da bateria caia até os 6 V é o que o  fabricante deve infomar.

As baterias teck power estão dentro das regras do inmetro?

Sim, as baterias da teck power estão em conformidade com as exigências do INMETRO. Considerando que a capacidade da bateria e o seu CCA são características muito importantes, nós da Teck Power nos adequamos a não só estes 2 destaques mas sim a todos os padrões exigidos pelo INMETRO para garantir que nossos clientes tenham nossas baterias na melhor qualidade possível.

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Estudo revela que andar de moto faz as pessoas mais felizes

Um estudo realizado recentemente na Inglaterra pelo renomado instituto ICM Researchpara a revista Gardener’s World revelou que andar de moto é umas das atividades de lazer que mais traz alegria às pessoas. Respondida por cerca de 1.500 entrevistados, a pesquisa trazia outras opções de hobbies, como nadar, dirigir um carro, correr, pescar e acampar, desbancadas pelo prazer de estar sob duas rodas.

As vantagens de andar sobre duas rodas

AS VANTAGENS DE ANDAR SOBRE DUAS RODAS

Muita gente alivia o estresse e se sente renovada quando pilota uma moto por ruas, avenidas e estradas. Entretanto, os benefícios da atividade não se concentram somente em desanuviar a cabeça. Há muitas outras vantagens para os amantes das duas rodas, tanto para a saúde quanto para o bolso.

Veja algumas delas:

1) Ganho de tempo

Motociclistas não se assustam com congestionamentos, pois conseguem percorrer as vias mesmo quando o tráfego está intenso e há filas de veículos parados ou andando lentamente. Com isso, a moto torna-se o veículo mais rápido entre os demais, economizando tempo. É por este motivo que muitas empresas utilizam motoboys para realizarem suas entregas.

2) Estacionamento fácil

Mesmo com variações no tamanho, as motos são, em sua maioria, menores que outros veículos motorizados. Isto facilita o estacionar, especialmente na rua, poiscabem em praticamente qualquer vaga de estacionamento.

3) Baixo investimento e manutenção

No geral, as motos têm o valor mais baixo que os carros, mesmo quando comparadas aos modelos de veículos mais básicos e populares. Além disso, no momento da manutenção, a diferença também pesa no bolso, uma vez que mão de obra e peças têm um valor menor se equiparados aos dos veículos automotivos.

4) Economia de combustível e menos poluentes no ar

Uma moto de 150 cilindradas pode rodar mais de 30 quilômetros com apenas um litro de combustível, enquanto um carro econômico faz até 10 quilômetros com a mesma quantia de combustível. No orçamento mensal, qual delas pesa mais? Além disso, por usar menos combustível, também lançammenos poluentes na atmosfera.

5) Queima calorias e fortalece os músculos

Em uma hora, andar de moto gasta cerca de 150 calorias. O número aumenta para 400 quando se pratica motocross no mesmo período. Já os pilotos de motociclismo queimam 600 calorias a cada hora durante treinos e corridas.

A musculatura é trabalhada e fortalecida por conta do esforço ao dirigir contra o vento, manter o peso e o equilíbrio da moto e realizar as manobras necessárias, entre outras ações. Lombar e abdômen são beneficiados e fortalecidos quando o condutor dirige com a postura correta.

6) Auxilia na atividade cerebral

De acordo com estudo do neurocientista japonês Ryuta Kawashima, em comparação aos motoristas de automóveis, as funções cognitivas dos pilotos de motos são beneficiadas. Isto acontece uma vez que dirigir moto requer alto nível de atenção, o que estimula o cérebro, melhorando seu funcionamento.

Andar de moto também é uma experiência comparada à meditação, proporcionando bem-estar aos pilotos.

Fonte: Blog Suhai Seguradora

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Dicas de manutenção para sua moto

Bateria

Muitas baterias de moto não são seladas e esporadicamente precisam ter o nível de água completado. Na lateral da bateria você encontrará as marcas “mínimo” e “máximo”. Desligue a bateria (solte primeiro o pólo negativo), retire-a da moto, abra todas as tampinhas e complete o nível com água destilada vendida em postos de combustíveis e farmácias – água comum oxida as placas metálicas existentes dentro da bateria. Não use água mineral ou da torneira. No verão, em regiões quentes ou em motos que passam o dia estacionadas sob o sol, essa verificação tem de ser mais frequente. Quando montar a bateria de volta, aproveite para limpar os pólos e ligue primeiro o positivo.

 

Cabos

Os cabos de freio, acelerador e embreagem também devem ser conferidos periodicamente. A quebra pode deixar você a pé ou comprometer a segurança. É fácil verificar: no caso do freio dianteiro a tambor e da embreagem, afaste o guarda-pó de borracha dos manetes e espie o estado dos cabos de aço. Troque se estiverem desfiados. A verificação do cabo do acelerador e sua troca devem ser feitas em uma concessionária.

 

Corrente

A corrente perde a lubrificação mais rápido em períodos de chuva e quando se trafega em regiões com muita terra, pó ou areia. Se andar de moto sob chuva intensa, lubrifique a corrente com óleo SAE 80-90 antes da próxima saída (aplique sobre toda a extensão da corrente com um pincel ou escova de dentes). A lubrificação reduz o atrito com a coroa e o pinhão e faz com que os três componentes durem mais. Em condições normais de uso, no asfalto, lubrifique a cada 500 km rodados.

Conforme a moto ganha quilometragem, lentamente a corrente ganha folga. Com o tempo você notará que ela ficará abaulada para baixo. Quando essa folga for superior ao indicado no manual do proprietário (pode ser de 1,5 cm ou 2 cm, por exemplo), é preciso ajustá-la para não correr o risco de que se solte da coroa com a moto em movimento. Use um dedo ou chave de fenda para empurrar a corrente para baixo e ver quanto cede. O jogo de ferramentas original é suficiente para esticar a corrente e o procedimento está também no manual do proprietário. Basicamente, é feito soltando o eixo traseiro e o afastando para trás no braço oscilante da suspensão, junto com a roda. O aperto em excesso pode causar o rompimento. Cheque a folga a cada 1.000 km.

 

Filtro de ar

Algumas motos empregam filtros de ar descartáveis pela facilidade de manutenção, mas a maioria dos modelos de baixa cilindrada traz elementos de espuma. Estes devem ser lavados com detergente neutro a cada 1.000 km, e menos que isso se a moto circular em locais com muita poeira ou areia. Depois dessa limpeza, algumas fabricantes recomendam aplicar óleo SAE 80-90 na espuma.

 

Freio

No caso do sistema a disco, é possível ver se as pastilhas estão próximas ao limite ficando de frente para a roda. As pastilhas são formadas por uma base metálica (por onde ficam presas à pinça de freio) e pelo material de atrito, que visualmente é um “degrau” que fica em contato com o disco. Ele não pode estar com menos de 1 milímetro de espessura, e é ideal verificar até cada 1.000 km. Não deixe a pastilha acabar, porque essa economia sai caro: se a base metálica entrar em contato com o disco, vai danificá-lo e você precisará comprar um novo. Já nos modelos a tambor há indicadores do limite de ajuste das sapatas. O ajuste do freio a tambor é necessário conforme as sapatas se desgastam e a folga se torna superior a 3 cm até que o freio seja acionado quando pisamos no pedal.

 

Óleo do motor

Óleo lubrificante de boa qualidade é vital para a durabilidade do motor. Além de reduzir o desgaste entre peças como cilindro e anéis, o lubrificante ajuda a resfriar o motor e diminui o atrito no câmbio. Trocar o lubrificante seguindo os prazos corretos e especificações indicadas no manual do proprietário é uma das formas mais baratas de conservar seu motor. Escolha a fabricante de sua preferência, mas sempre siga a recomendação de viscosidade para qual seu motor foi projetado (por exemplo, 20W50).

Cheque se o nível do óleo lubrificante não está abaixo do mínimo recomendável a cada 1.000 km, pelo menos. Para isso, espere de 1 a 5 minutos após o uso e coloque a moto em piso plano. A maioria dos modelos precisa estar na vertical e não inclinada sobre o descanso lateral, o que resulta em diferença na leitura (consulte o manual da sua moto). Retire a tampa de abastecimento, limpe a vareta e insira novamente sem rosquear para verificar o nível do óleo, que deve estar entre as marcas “mínimo” e “máximo”. Se estiver abaixo do nível mínimo, complete com o mesmo lubrificante até atingir o nível correto.

No frasco de óleo você também encontra as classificações API de performance do óleo, por letras como SJ, SL e SM. Sendo de uma mesma viscosidade, um óleo API SL atende à uma classificação mais exigente que um API SJ, por exemplo (e assim por diante, em ordem alfabética). Você pode optar por um óleo de classificação API superior sempre que desejar, desde que respeite a indicação de viscosidade determinada pela fabricante da moto.

 

Pneu

A parada no posto é uma boa oportunidade para checar a calibragem dos pneus. O procedimento correto é feito com os pneus frios, por isso prefira parar no posto mais próximo – quando o pneu se aquece em contato com o piso, a pressão do ar interno aumenta e a bomba identifica uma pressão maior. Use a pressão indicada pela fabricante da moto no manual do proprietário ou adesivo que costuma ser fixado no braço oscilante da suspensão traseira.

Mesmo que os pneus ainda não estejam gastos, precisam ser trocados se completarem cinco anos. O problema é que a borracha enrijece e resseca com o passar dos anos, e isso diminui a capacidade de aderir ao asfalto, o que pode causar derrapagens. A data de fabricação fica estampada na lateral do pneu, perto da inscrição “DOT” (de Department of Transportation). É uma sequência de quatro números, na qual os dois primeiros revelam a semana em que foi produzido e os dois últimos, o ano de fabricação. Por exemplo: “0313” significa que foi produzido na terceira semana de 2013.

Quando os sulcos do pneu atingem a profundidade mínima, é hora de trocá-lo. Os sulcos servem para escoar a água em piso molhado e evitar a perda de aderência. Para evitar que o pneu se torne inseguro, ou que os sulcos desapareçam para que depois você perceba que já deveria tê-lo trocado, todo pneu traz na lateral inscrição TWI (do inglês Tread Wear Indicator, ou indicador de desgaste da banda de rodagem). Olhando o sulco próximo das letras TWI você encontrará pequenos ressaltos. Basta trocar o pneu quando a altura da banda de rodagem se igualar a esses ressaltos.

 

Vela de ignição

A vela de ignição é importante porque produz a faísca na mistura ar-combustível dentro do motor, o que faz sua moto andar. Quando gasta, faz o consumo de combustível subir, assim como a emissão de poluentes. Troque-as de acordo com a indicação do manual e verifique seu estado a cada 3.000 km. A folga entre os eletrodos deve ter em média 0,8 milímetro e precisa ser ajustada quando se compra uma vela nova.

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Já garantiu seu ingresso para o Salão Duas Rodas?

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Faltam poucos dias para o Salão Duas Rodas e você ainda não adquiriu seu ingresso? Corra, porque já estamos nas últimas unidades do lote extra com preço especial. Comprar é bem fácil: basta acessar o site do evento (www.salaoduasrodas.com.br). Pensando ainda no seu conforto e ter a entrada facilitada, a Reed Exhibitions Alcantara Machado encontrou uma solução para que a entrada ao pavilhão do Anhembi seja facilitada: a impressão dos ingressos em casa, tanto para quem adquiriu as entradas antecipadamente como para quem irá visitar o evento como profissional do setor. Para quem não tem impressora em casa ou no trabalho, a opção é o QR Code, que poderá ser levado no seu smartphone.

Portanto, garanta já o seu passe livre no evento e facilite a sua entrada. O Salão que acontece de 7 a 12 de outubro, no Anhembi, em São Paulo.

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Carros com motor de motos? Conheça sete exemplos!

Honda Project 2&4, mostrado no Salão de Frankfurt 2015, é mais recente criação que unifica estrutura de automóvel a propulsor de motocicleta
Honda Project 2&4, mostrado no Salão de Frankfurt 2015, é mais recente criação que unifica estrutura de automóvel a propulsor de motocicleta

 

A Honda apresentou no Salão de Frankfurt 2015 o conceito 2&4, conceito de monoposto esportivo empurrado por um motor V4 usado na RC213V, moto com a qual a marca venceu três dos últimos quatro Mundiais de MotoGP (2011, 2013 e 2014).

Parece ousado, não? Nem tanto: equipar carros com motores de motocicletas não é uma ideia assim tão inovadora. No início do século 20, a Morgan fez isso pela primeira vez ao criar o inusitado triciclo 3-Wheeler. Criar veículos de três rodas era moda na época, motivada pela intenção de evitar os impostos cobrados dos automóveis convencionais.

Desde então, várias adaptações de motores de motos em carros foram feitas. Conheça abaixo sete exemplos:

Honda Project 2&4

Newspress

Concebido em trabalho conjunto pelos estúdios de design de carros e motocicletas da Honda, o protótipo 2&4 é basicamente um monoposto de cockpit aberto adaptado para andar nas ruas. A estrutura foi inspirada no RA272, primeiro carro japonês a ganhar um GP de F1, em 1965, no México. Já o motor é o V4 de 215 cv (a 13.000 rpm) e 12,04 kgfm (a 10.500 giros) que empurra a RC213V na MotoGP. A transmissão é automatizada de dupla embreagem e seis velocidades, a mesma usada em outras motocicletas e carros esportivos da fabricante.

Morgan 3-Wheeler

Divulgação

Primeiro veículo criado por HFS Morgan, para uso pessoal, em 1909, o triciclo — projetado com duas rodas na frente e uma atrás — ficou mais famoso por ser um veículo popular do que pelo desempenho. Isso não o impediu de vencer competições de protótipos, já utilizando motores de motocicletas. Em 2011, a Morgan relançou o 3-Wheeler como um roadster equipado com motor V2 de 2.000 cc da S&S, utilizado em motos customizadas nos Estados Unidos. Com 85 cv, caixa de cinco marchas do Mazda Miata e 505 kg, o Morgan 3-Wheeler moderno vai de 0 a 100 km/h em 6s a atinge velocidade máxima de 185 km/h.

BMW i3

Murilo Góes/UOL

O compacto elétrico BMW i3, vendido no Brasil entre R$ 199.950 e R$ 209.950, possui um motor auxiliar a combustão. Adivinhe de onde vem esse motor? Dos scooters C 600 Sport e o C 650 GT. Vale lembrar que o bicilíndrico de 647 cm³ não move as rodas do modelo: ele serve apenas para gerar energia extra quando a carga da bateria elétrica cai para menos de 20%.

Volkswagen XL Sport

Murilo Góes/UOL

Mostrado no Salão de Paris em 2014, o Volkswagen XL Sport é um conceito de esportivo empurrado pelo potente motor V2 da Ducati 1199 Superleggera. Capaz de produzir 197 cv (a 11.000 rpm), o propulsor substituiu o eficiente bicilíndrico turbodiesel do XL1, modelo do qual a versão deriva. Como a pegada do XL Sport não é ser eficiente em consumo, o protótipo não economiza em esportividade: pesa meros 890 kg, tem coeficiente de atrito de apenas 0,258 e usa transmissão DCT de sete marchas, suspensões esportivas e freios de carbono-cerâmica.

Radical SR1

Divulgação

A inglesa Radical aproveitou o fôlego do motor 4-cilindros em linha da Suzuki Hayabusa, de 1.340 cm³, para criar o SR1, uma miniatura dos protótipos LMP2 que disputam as 24 Horas de Le Mans. Com chassi tubular e monoposto, o SR1 é um modelo de entrada com o qual a empresa organiza um campeonato para iniciantes. Por ser usado por novatos, a potência foi reduzida de 197 para 185 cv, o que ainda faz o SR1 ser capaz de atingir 221 km/h. Para participar da temporada com oito provas, basta desembolsar o equivalente a R$ 220.000.

Motus RCR

Divulgação

A fabricante americana Motus, conhecida por fazer as sport-touring MST e MSTR, usa em todas suas criações um motor V4 de 1.650 cc e 180 cv (a 8.200 rpm). Trata-se, basicamente, de um Chevrolet V8 “cortado ao meio”. Em 2014, a empresa cedeu esse propulsor para o RCR (Race Car Replica), monoposto inspirado na Ferrari D246 que competiu na F1 em 1958. O Motus RCR deu algumas voltas de exibição durante o GP do Texas da MotoGP, no ano passado.

Ariel Atom 500 V8

Divulgação

Se a Radical utilizou um único motor de Hayabusa, a Ariel foi ao extremo e encomendou à Hartley Engineering um V8 que une dois blocos do 4-cilindros da Suzuki. Com quase 3.000 cc, injetores sequenciais, corpos de aceleração individuais e pistões forjados, o propulsor produz 500 cv no esportivo artesanal Atom 500 V8. Como o chassi é formado por estrutura tubular de pouco mais de 500 kg tubular, a relação peso/potência chega a quase 1 cv/kg, o suficiente para levá-lo de 0 a 100 km/h em absurdos 2,3 segundos. Apenas 25 unidades do modelo foram construídas.

Fonte: Arthur Caldeira – Infomoto

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Quer começar e não sabe com que modelo começar? A gente te ajuda! #3

Confira nossa série de Posts com dicas de Motos para iniciantes #dica3 – O Relax!

O RELAX!

A semana acabou e tudo o que você mais quer é relaxar. Para isso, uma moto é praticamente imbatível e se você escolher os passeios certos, não apenas chegará em casa “zerado” de estresse como terá arquivado na mente belas paisagens.

Nossa listinha:

1ºYamaha Yamaha XTZ 250 Ténéré: tanque de grande capacidade, parabrisa e bagageiro fazem da Ténéré a menor das motocicletas nacionais a serem capazes de levar condutor e garupa a uma excelente viagem de final de semana. E se um trecho do caminho for de terra, sem problemas, ela encara. E não é só versatilidade o que ela oferece, pois também é robusta e econômica.

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2º Honda CRF 150F: a melhor moto para começar no fora de estrada de verdade tem que ser leve e com potência para não colocar em risco iniciantes. A CRF 150F preenche estes requisitos perfeitamente, além de ter um preço “possível”, abaixo dos dez mil reais, algo raro quando o assunto é moto genuinamente pensada para o off-road.

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3º Dafra Horizon 250: ela é a menor motocicleta estilo custom do mercado, e nem por isso deixa de cumprir o que se espera de uma moto dessa categoria, ou seja, tem muitos cromados, guidão largo, banco e escapamento duplo e muito estilo. Para quem sonha com as Harley-Davidson, a Horizon é a porta de entrada ideal.

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4º Kawasaki Ninja 300: se seu conceito de relax está mais para pegar uma estrada tortuosa com uma moto ágil, que parace ler seu pensamento, a menor das Kawasaki é a ideal. Estilosa, excelente performance de motor aliadas a potência e peso no limite para motociclistas com pouca experiência.

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5º Honda XRE 300: verdadeira moto multiuso, a XRE 300 tanto pode servir para aquela viagem rodoviária com garupa, para fazer uma trilhazinha leve ou encarar a encrenca de visitar aquele parente que tem um sítio onde só dá para chegar de jipe. Peso e potência, assim como a Ninja, no limite para novatos.

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Fonte: G1

 

 

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Quer começar e não sabe com que modelo começar? A gente te ajuda! #2

Confira nossa série de Posts com dicas de Motos para iniciantes #dica2 – O Pão-Duro!

O PÃO-DURO!

Se para você o que importa é rodar o máximo gastando o mínimo, as escolhas melhores estão entre as motonetas e as motos de entrada da categoria utilitária, modelos que conciliam não apenas consumo de combustível baixo como também uma robustez que as deixa longe das oficinas.

Nossa listinha:

1º Honda Biz 100: herdeira da Honda Dream, a galinha dos ovos de ouro e alicerce do sucesso da poderosa marca japonesa, a Biz tem como característica principal uma mecânica absolutamente à prova de maus-tratos encaixada em uma parte ciclística (chassi e suspensões) amplamente testada em anos e anos de uso intensivo Brasil afora.

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2º Honda Pop 100: é a Biz em versão depenada, ainda mais rústica. A ausência total de carenagens faz dela inclusive um modelo à prova de tombo pois há pouco ou nada para quebrar/ralar. É a rainha das localidades mais remotas do Brasil.

hondapop100

 

3º Yamaha T115 Crypton: é a Biz da Yamaha, e renomada pela sua robustez e competência para aguentar donos desatentos quanto à manutenção. Apanha e não chora, e melhor, não deixa na mão que depende dela. Seu desempenho é acima do esperado.

yamahacrypton

 

4º Honda CG 125 Fan: a maioria dos brasileiros aprendeu (e aprende) a andar de motocicleta no lombo de uma CG, moto que é já uma lenda entre nós. Dura na queda, boa em desempenho e em economia, é a subsitituta do jegue no nordeste. Precisa dizer mais?

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5º Yamaha YBR 125 Factor: a rival da CG por excelência, e excelente. Há quem diga que em alguns aspectos a YBR supere o modelo da Honda, recordista em vendas. Quais? As suspensões mais macias e uma melhor ergonomia, o que a torna mais confortável.

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Fonte: G1

 

 

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Quer começar e não sabe com que modelo começar? A gente te ajuda!

Confira nossa série de Posts com dicas de Motos para iniciantes #dica1 – O Prático!

Chegar mais cedo, economizar combustível ou relaxar nas horas vagas? Seja qual for a motivação, cada um de nós ao comprar a primeira moto tem uma idéia de utilização em mente.

Com o passar do tempo, alguns percebem que fizeram a escolha correta, satisfazendo plenamente a expectativa inicial. Porém, há gente que “quebra a cara” por escolher sua primeira moto mais com o coração do que com a razão.

Você já está com sua carteira nacional de habilitação tipo A nas mãos, se considera suficientemente hábil para lidar com o trânsito agressivo das ruas e estradas do Brasil mas não sabe o que escolher? Para te ajudar imaginamos três tipos diferentes de usuários iniciantes e elaboramos uma listinha de cinco modelos básicos e fáceis para cada um deles. O Prático, O Pão Duro, e o Relax! Confira com a gente!

O PRÁTICO!

Cansado de chegar tarde no trabalho e em casa, todos os dias toma uma surra do congestionamentos ou de uma agenda intensa demais, com muito vai-para-cá-vai-para-lá? A motocicleta pode ser sua libertação. Mais do que paixão pela moto há em você uma necessidade prática, e seus deslocamentos urbanos (e a qualidade de sua vida) melhorarão muito trocando o chacoalhar no ônibus ou no metrô por um guidão. Recomendação?

Os scooters, qualquer um deles. Veículos que dão show em termos de praticidade no emaranhado de carros. Todos têm compartimentos onde se pode guardar um ou mais capacetes e o que mais você quiser, todos protegem os pés e pernas da sujeira, todos têm transmissão automática e assim, basta apenas controlar acelerador e freios. Outra vantagem é serem pouco visados pela bandidagem.  O sucesso crescente dos scooters em nosso mercado está trazendo cada vez mais opções quanto a marcas e modelos.

Nossa listinha:

1º Honda PCX 150: não a toa o scooter mais vendido do país, e sucesso no planeta todo. Bom design, mecânica moderna e absolutamente eficaz para driblar ruas e avenidas congestionadas. Compacto e facílimo de pilotar, é difícil achar um defeito no PCX.

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2º Dafra Citycom 300i: suas rodas grandes, aro 16 polegadas, dão a este imponente scooter uma maior capacidade de encarar pavimentação ruim. Outros bons aspectos do Citycom são o conforto proporcionado pela boa ergonomia (o banco é ótimo!) e o fato de ter umparabrisa alto. Apenas exige atenção por ser razoávelmente volumoso e pesado.

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3º Honda Lead 110: o porte pequeno contrasta com o fato de ter uma amplacapacidade de carga, conseguindo abrigar dois capacetes grandes sob o assento. Outra vantagem do Lead é ter o assoalho plano, o que favorece levar sacolas entre os pés. É 100% feito para a cidade.

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4º Dafra Cityclass 200i: concilia um bom aspecto de seu irmão City com, as rodas grandes, com o assoalho plano que agrada no Honda Lead. O design é outro ponto alto assim como a agilidade. Não gosta muito de piso irregular e seu preço poderia ser mais baixo.

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5º Suzuki Burgman 125i: talvez é o mais conhecido dos pequenos scooters e tem a seu favor uma mecânica muito confiável e um desempenho excelente. Seu pecado é a falta de atualizações, que se refletiu nas vendas, em declínio especialmente após a chegada do PCX.

 

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Fonte: G1

 

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